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Chocolate quente
ATENÇÃO: Este blog se mudou. O novo endereço é www.trasel.com.br/garfada
Adiei o Projeto Chocolate Quente durante todo o inverno. Mesmo com o bafo e quase 30 graus de uma sexta-feira em Porto Alegre, decidi levar adiante a primeira experiência. Fui motivado por um resto de leite na geladeira e quilos de chocolate no armário.
Parti de uma receita do chocolatier francês Pierre Hermé, publicada por Jeffrey Steingarten em seu Deve ter sido alguma coisa que eu comi. Consistia no seguinte, para quatro xícaras:
— 2 1/4 xíc. de leite integral
— 1/4 xíc. de água mineral sem gás
— 1/4 xíc. de açúcar granulado superfino
— 100g de chocolate meio-amargo Scharffen Berger, Valrhona ou Lindt, fatiado fino com uma faca de cortar pão
— 1/4 de xícara de cacau em pó [28g], de preferência Varlhona
Bem, só tinha em casa uma xícara de leite e de qualquer maneira era tudo que ia beber. Nem conheço as marcas Scharffen Berger e Varlhona. Além do que, francamente, se tivesse uma barra de Lindt em casa, comeria pura. Fui de meio-amargo Lacta e cacau em pó Garoto. Também não prestei muita atenção às quantidades, porque estava sem saco de fazer cinco regras de três para transformar os números para apenas uma xícara de chocolate quente. Foram quatro quadradinhos do chocolate e quatro colheres de chá do cacau.
As instruções envolvem misturar o leite, a água e o açúcar em uma panela e deixar ferver em fogo médio. Obviamente, na primeira oportunidade em que virei a cabeça, o leite ferveu e derramou. Após limpar o fogão, segui com as diretrizes: juntar o chocolate picado e o cacau em pó após a primeira fervura, deixar ferver de novo e mexer até tudo se dissolver, em fogo bem baixo. Na verdade, desliguei o fogo. Depois, cinco minutos batendo tudo com uma batedeirinha manual, ou meio minuto no liquidificador.
Ao terminar os cinco minutos com a batedeirinha manual, percebi ter esquecido compl
ATENÇÃO: Este blog se mudou. O novo endereço é www.trasel.com.br/garfada
Adiei o Projeto Chocolate Quente durante todo o inverno. Mesmo com o bafo e quase 30 graus de uma sexta-feira em Porto Alegre, decidi levar adiante a primeira experiência. Fui motivado por um resto de leite na geladeira e quilos de chocolate no armário.
Parti de uma receita do chocolatier francês Pierre Hermé, publicada por Jeffrey Steingarten em seu Deve ter sido alguma coisa que eu comi. Consistia no seguinte, para quatro xícaras:
— 2 1/4 xíc. de leite integral
— 1/4 xíc. de água mineral sem gás
— 1/4 xíc. de açúcar granulado superfino
— 100g de chocolate meio-amargo Scharffen Berger, Valrhona ou Lindt, fatiado fino com uma faca de cortar pão
— 1/4 de xícara de cacau em pó [28g], de preferência Varlhona
Bem, só tinha em casa uma xícara de leite e de qualquer maneira era tudo que ia beber. Nem conheço as marcas Scharffen Berger e Varlhona. Além do que, francamente, se tivesse uma barra de Lindt em casa, comeria pura. Fui de meio-amargo Lacta e cacau em pó Garoto. Também não prestei muita atenção às quantidades, porque estava sem saco de fazer cinco regras de três para transformar os números para apenas uma xícara de chocolate quente. Foram quatro quadradinhos do chocolate e quatro colheres de chá do cacau.
As instruções envolvem misturar o leite, a água e o açúcar em uma panela e deixar ferver em fogo médio. Obviamente, na primeira oportunidade em que virei a cabeça, o leite ferveu e derramou. Após limpar o fogão, segui com as diretrizes: juntar o chocolate picado e o cacau em pó após a primeira fervura, deixar ferver de novo e mexer até tudo se dissolver, em fogo bem baixo. Na verdade, desliguei o fogo. Depois, cinco minutos batendo tudo com uma batedeirinha manual, ou meio minuto no liquidificador.
Ao terminar os cinco minutos com a batedeirinha manual, percebi ter esquecido compl
Ao terminar os cinco minutos com a batedeirinha manual, percebi ter esquecido complemente do açúcar. Tanto melhor, porque já ficou bem doce somente com o cholate. Difícil é ficar com a mão cinco minutos no vapor quente. Mas valeu a pena, para minha própria surpresa. Notem, na foto acima, o modo como as gotas que caem na xícara se espalham devagar, devido à densidade da espuma — se conseguirem, pois a câmera é ruim de zoom.
Ao ler a receita, estranhei a água entre os ingredientes, mas ao tomar o primeiro gole, tudo fez sentido. Com um pouco de água, o chocolate quente fica muito mais leve. Em linguagem gaudéria: não embucha. E foi o chocolat chaud mais delicioso que já provei, mesmo tendo errado toda a receita. Parece que encontrei um bom processo, agora basta variar os ingredientes.
Ao ler a receita, estranhei a água entre os ingredientes, mas ao tomar o primeiro gole, tudo fez sentido. Com um pouco de água, o chocolate quente fica muito mais leve. Em linguagem gaudéria: não embucha. E foi o chocolat chaud mais delicioso que já provei, mesmo tendo errado toda a receita. Parece que encontrei um bom processo, agora basta variar os ingredientes.
Tira-gosto de berinjelas à Cristina Ruschel
− 4 berinjelas médias
− 2 pimentões vermelhos ou amarelos
− 1 cabeça de alho (no mínimo)
− Entre 50 e 100g de uvas-passas brancas
− 1 vidro de azeitona em conserva fatiada
− Azeite de oliva extra virgem
− Aceto balsâmico
− Orégano
− Aji-no-moto
− Sal
Descasque as berinjelas e corte-as em fatias finas na forma de meia lua. Corte os pimentões em tirinhas. Fatie o alho, bem fininho. Escolha uma panela com mais de 30 centímetros de diâmetro. Cubra o fundo com o azeite, em uma porção bem generosa. Refogue o alho, tomando muito cuidado para não queimar. Acrescente as berinjelas, mexa bem e deixe cozinhar por alguns minutos.
Se suas fatias de pimentão tiverem mais de 4 milímetros, coloque-as na panela assim que a berinjela começar a escurecer. Caso sejam mais finas, espere elas cozinharem mais, ou o pimentão desaparecerá, causando prejuízos ao aspecto do prato. Acrescente orégano a gosto, mas não menos de 3 colheres de sopa, e pelo menos uma colher de sopa de aji-no-moto. Jogue também uma colher de sopa de aceto balsâmico. Não deixe de mexer freqüentemente.
Caso o cozido comece a secar, use um pouco da água das azeitonas. Quando as berinjelas tiverem se tornado uma pasta, é o momento de adicionar as azeitonas, junto com a água da conserva e as uvas-passas. Desligue o fogo e deixe a panela tampada, abafando a caponata, até que esfrie. Então prove novamente e acrescente sal e orégano, se achar necessário. Depois guarde a conserva em potes de vidro, de preferência com boca larga, e cubra com um dedo de azeite, para evitar oxidação e fungos. À medida em que for usando, é recomendável manter o nível do azeite. Leve à geladeira.
A caponata pode ser comida pura, como acompanhamento, ou servida na forma de antepasto, com pão branco. A melhor combinação seria um pão italiano bem fresquinho.
Marcelo Träsel
− 4 berinjelas médias
− 2 pimentões vermelhos ou amarelos
− 1 cabeça de alho (no mínimo)
− Entre 50 e 100g de uvas-passas brancas
− 1 vidro de azeitona em conserva fatiada
− Azeite de oliva extra virgem
− Aceto balsâmico
− Orégano
− Aji-no-moto
− Sal
Descasque as berinjelas e corte-as em fatias finas na forma de meia lua. Corte os pimentões em tirinhas. Fatie o alho, bem fininho. Escolha uma panela com mais de 30 centímetros de diâmetro. Cubra o fundo com o azeite, em uma porção bem generosa. Refogue o alho, tomando muito cuidado para não queimar. Acrescente as berinjelas, mexa bem e deixe cozinhar por alguns minutos.
Se suas fatias de pimentão tiverem mais de 4 milímetros, coloque-as na panela assim que a berinjela começar a escurecer. Caso sejam mais finas, espere elas cozinharem mais, ou o pimentão desaparecerá, causando prejuízos ao aspecto do prato. Acrescente orégano a gosto, mas não menos de 3 colheres de sopa, e pelo menos uma colher de sopa de aji-no-moto. Jogue também uma colher de sopa de aceto balsâmico. Não deixe de mexer freqüentemente.
Caso o cozido comece a secar, use um pouco da água das azeitonas. Quando as berinjelas tiverem se tornado uma pasta, é o momento de adicionar as azeitonas, junto com a água da conserva e as uvas-passas. Desligue o fogo e deixe a panela tampada, abafando a caponata, até que esfrie. Então prove novamente e acrescente sal e orégano, se achar necessário. Depois guarde a conserva em potes de vidro, de preferência com boca larga, e cubra com um dedo de azeite, para evitar oxidação e fungos. À medida em que for usando, é recomendável manter o nível do azeite. Leve à geladeira.
A caponata pode ser comida pura, como acompanhamento, ou servida na forma de antepasto, com pão branco. A melhor combinação seria um pão italiano bem fresquinho.
Marcelo Träsel
Macarrão com mexilhões
ATENÇÃO: Este blog se mudou. O novo endereço é www.trasel.com.br/garfada
- 250 gramas de mexilhões limpos;
- 250 gramas de espaguete nº 7 Barilla;
- 3 tomates sem pele;
- 1 dente de alho;
- 1/2 cebola;
- 1/3 de xícara de óleo;
- Pimenta;
- Sal;
- Salsinha (uns 3 ramos, sem o talo).
Modo de preparo:
Numa panela grande, coloque o óleo para aquecer e, em outra, a água para cozinhar o macarrão. Enquanto isso, corte e pique a cebola em cubinhos. O alho também deve ser reduzido aos menores fragmentos possíveis. Se estiver cozinhando com mais alguém, peça que a pessoa retire a pele dos tomates. Se não, faça isso antes. Alguns consideram uma boa banhar os frutos por 1 minuto em água morna para facilitar essa operação, mas não é algo necessário. Não se esqueça também de retirar as sementes.
Com o óleo suficientemente quente, coloque a cebola e o alho e doure-os.
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- 250 gramas de mexilhões limpos;
- 250 gramas de espaguete nº 7 Barilla;
- 3 tomates sem pele;
- 1 dente de alho;
- 1/2 cebola;
- 1/3 de xícara de óleo;
- Pimenta;
- Sal;
- Salsinha (uns 3 ramos, sem o talo).
Modo de preparo:
Numa panela grande, coloque o óleo para aquecer e, em outra, a água para cozinhar o macarrão. Enquanto isso, corte e pique a cebola em cubinhos. O alho também deve ser reduzido aos menores fragmentos possíveis. Se estiver cozinhando com mais alguém, peça que a pessoa retire a pele dos tomates. Se não, faça isso antes. Alguns consideram uma boa banhar os frutos por 1 minuto em água morna para facilitar essa operação, mas não é algo necessário. Não se esqueça também de retirar as sementes.
Com o óleo suficientemente quente, coloque a cebola e o alho e doure-os.
Depois disso, adicione o tomate picado em cubinhos. Mexa sempre, por aproximadamente dois minutos. Já está na hora de adicionar os mexilhões, que devem ter sido cuidadosamente lavados e peneirados, mesmo já comprados sem a casca. Também é bom tirá-los do gelo algum tempo antes: apesar de não congelarem propriamente quando em baixas temperaturas, é melhor tê-los um pouco menos consistentes na hora de colocá-los no fogo, para que não fiquem borrachudos. Misture tudo mais um pouco por mais ou menos um minuto e adicione um pouco de água (muito pouco), para ajudar no cozimento. A pimenta e o sal já devem entrar agora, a gosto. A prudência nessa porção manda colocar 3 colheres de sobremesa de sal e umas 3 sacudidelas largas de pimenta pura ou misturada com limão.
A essa altura, a água da massa já deve estar fervendo. Adicione um fio de óleo e boas doses de sal e coloque o espaguete, que não deve ser quebrado ou adulterado de qualquer forma. Nesse caso, 11 minutos é o tempo ideal para ficar al dente. Enquanto faz isso, lembre-se sempre de cuidar o mexilhão.
15 minutos são o bastante para finalizar os moluscos. Um pouco antes disso, coloque a salsinha. Não se esqueça de provar para testar o tempero.
Misture tudo numa tigela de vidro e sirva com um bom vinho tinto. A receita dá para duas pessoas comerem muito. A original era para quatro: apenas foram reduzidas as quantias de tudo à metade e trocado o macarrão ordinário por algo de maior qualidade. Também se recomendava usar azeite de oliva quente, mas eu prefiro colocá-lo frio sobre a massa depois de pronta. Queijo ralado pode parecer uma heresia, mas é altamente recomendável.
Estando-se próximo ao litoral, não se paga mais que 4 reais pelos mexilhões. Mais uns 4 pela Barilla e talvez uns 3 pilas pelo resto (temperos, cebola, tomate, alho) e têm-se um prato de classe por menos de 6 reais por cabeça. Sem contar que é muito, mas muito saboroso.
A essa altura, a água da massa já deve estar fervendo. Adicione um fio de óleo e boas doses de sal e coloque o espaguete, que não deve ser quebrado ou adulterado de qualquer forma. Nesse caso, 11 minutos é o tempo ideal para ficar al dente. Enquanto faz isso, lembre-se sempre de cuidar o mexilhão.
15 minutos são o bastante para finalizar os moluscos. Um pouco antes disso, coloque a salsinha. Não se esqueça de provar para testar o tempero.
Misture tudo numa tigela de vidro e sirva com um bom vinho tinto. A receita dá para duas pessoas comerem muito. A original era para quatro: apenas foram reduzidas as quantias de tudo à metade e trocado o macarrão ordinário por algo de maior qualidade. Também se recomendava usar azeite de oliva quente, mas eu prefiro colocá-lo frio sobre a massa depois de pronta. Queijo ralado pode parecer uma heresia, mas é altamente recomendável.
Estando-se próximo ao litoral, não se paga mais que 4 reais pelos mexilhões. Mais uns 4 pela Barilla e talvez uns 3 pilas pelo resto (temperos, cebola, tomate, alho) e têm-se um prato de classe por menos de 6 reais por cabeça. Sem contar que é muito, mas muito saboroso.
Geléia de jaboticaba
ATENÇÃO: Este blog se mudou. O novo endereço é www.trasel.com.br/garfada
Vamos mostrar de uma vez a que viemos. Inauguro a sessão de receitas com uma homenagem ao Brasil varonil: geléia de jaboticaba. Ao contrário do que se pensa, a Myrciaria cauliflora não existe só em nosso país hoje em dia, porque alguns agricultores da Califórnia passaram a cultivá-la. Mas a espécie foi exclusiva do Brasil até o século passado.
A receita abaixo foi livremente adaptada do Cuisine.
Você vai precisar apenas de jaboticabas e açúcar. Ferva as frutas até que a casca comece a se partir. Amasse-as com uma colher de pau e vá mexendo até o caldo começar a engrossar com a polpa. Aí retire do fogo e passe em uma peneira ou chinois.
Meça o caldo peneirado e separe a mesma quantidade de xícaras de açúcar. Junte tudo em uma panela e vá fervendo, sem nunca parar de mexer. Ao começar a engrossar, vá testando o ponto da calda, pegando um pouco com a colher e esperando esfriar. A calda quente parece bem mais fluida do que quando fria; se você não tomar cuidado, a geléia pode ficar mais parecida com uma goiabada.
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Vamos mostrar de uma vez a que viemos. Inauguro a sessão de receitas com uma homenagem ao Brasil varonil: geléia de jaboticaba. Ao contrário do que se pensa, a Myrciaria cauliflora não existe só em nosso país hoje em dia, porque alguns agricultores da Califórnia passaram a cultivá-la. Mas a espécie foi exclusiva do Brasil até o século passado.
A receita abaixo foi livremente adaptada do Cuisine.
Você vai precisar apenas de jaboticabas e açúcar. Ferva as frutas até que a casca comece a se partir. Amasse-as com uma colher de pau e vá mexendo até o caldo começar a engrossar com a polpa. Aí retire do fogo e passe em uma peneira ou chinois.
Meça o caldo peneirado e separe a mesma quantidade de xícaras de açúcar. Junte tudo em uma panela e vá fervendo, sem nunca parar de mexer. Ao começar a engrossar, vá testando o ponto da calda, pegando um pouco com a colher e esperando esfriar. A calda quente parece bem mais fluida do que quando fria; se você não tomar cuidado, a geléia pode ficar mais parecida com uma goiabada.
Cachorro-quente ao forno
Porções: 1 Tempo de preparo: 15 min Grau de dificuldade: Fácil busca no paladar
busca receitas
Digite um ingrediente ou nome da receita:
tamanho da fonte: ingredientes1 pão de cachorro quente;
1 salsicha;
1 fatia de queijo mozzarella;
Ketchup, mostarda, maionese e azeitonas verdes picadas, a gosto. preparoCorte o pão deixando as pontas fechadas. Coloque dentro dele o ketchup, a maionese e a mostarda.
Enrole a salsicha na mozzarella e incorpore ao pão. Finalize introduzindo as azeitonas em cima.
Enrole o cachorro quente em papel alumínio, coloque-o em um recipiente refratário e leve ao forno em temperatura média por aproximadamente 15 minutos.
Porções: 1 Tempo de preparo: 15 min Grau de dificuldade: Fácil busca no paladar
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tamanho da fonte: ingredientes1 pão de cachorro quente;
1 salsicha;
1 fatia de queijo mozzarella;
Ketchup, mostarda, maionese e azeitonas verdes picadas, a gosto. preparoCorte o pão deixando as pontas fechadas. Coloque dentro dele o ketchup, a maionese e a mostarda.
Enrole a salsicha na mozzarella e incorpore ao pão. Finalize introduzindo as azeitonas em cima.
Enrole o cachorro quente em papel alumínio, coloque-o em um recipiente refratário e leve ao forno em temperatura média por aproximadamente 15 minutos.
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